quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O SIGNIFICADO DA PALAVRA PAZ...

Ao realizar uma consulta online no dicionário Aurélio, senti muita alegria ao me deparar com a palavra de abertura: PAZ. Uma pequena e simples palavra, mas de inestimável grandeza e valor para todos que a conhecem.
A palavra PAZ: origina-se do latim PACE, e o seu significado é: Ausência de lutas, violências ou perturbações sociais; tranquilidade pública; concórdia, harmonia; ausência de conflitos entre pessoas; bom entendimento; reconciliação; tranquilidade de alma; sossego; pacificação.  Ser de boa índole.
Logo me veio à mente: É isso! É exatamente isso que os habitantes da terra precisam. Se os homens e mulheres deste mundo conseguissem desfrutar, ao menos por um segundo, da verdadeira paz, saberiam que nada e nem ninguém, é capaz de proporcionar a quietude na alma do ser humano, a não ser Jesus Cristo, o Filho do Altíssimo.
Por ocasião da queda do homem pelo pecado no Éden, a abundante paz que havia entre este e o seu Criador foi perdida; a vida foi substituída pela morte, tal como já havia predito Deus à mulher e ao homem a quem amava, antes mesmo que esses viessem a cair da graça.
E uma vez separados de Deus, pois o Santo não habita com o profano; e estando também mortos em seus delitos e pecados, o que poderia ainda trazer esperança aos homens, senão a infinita misericórdia de Deus, que pela promessa da sua justiça, enviou ao mundo o Messias, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos (Marcos 10.45).
Cumpriu-se então a promessa registrada no livro do profeta Isaias, que diz: Um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz (Isaias 9.6). 
Este sim é plenamente capaz de oferecer ao homem a libertação, o consolo e a paz verdadeira. Porque todas as perversidades deste mundo acontecem por uma única razão: Os homens não conhecem a Deus e nem a Jesus Cristo seu filho. Em seus corações não há o temor do Senhor e amor ao próximo, simplesmente a paz de Deus que excede a todo entendimento inexiste.
Todos os que conhecem a Cristo, alimentam-se da Palavra que uma vez ele proferiu: Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou: Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize (João 14.27).
Jesus Cristo é o príncipe da PAZ, e se esta, nele se origina, é impossível que a mesma seja adquirida sem ele. Não se pode obter paz através do dinheiro, pois não está à venda nas prateleiras dos supermercados e shoppings, ainda que por obstinação, muitos a busquem nesses lugares.
Também não se obtém a paz através dos prazeres da carne, e nem recebendo glórias de homens, pois segundo as escrituras, toda honra e toda glória pertencem unicamente a Jesus Cristo, nosso Senhor.
Para se desfrutar da paz de Cristo, o homem precisa nascer de novo; reconhecer o seu estado inicial e arrepender-se de seus pecados; ser lavado pelo sangue precioso de Jesus, que por todos os homens foi derramado naquela cruz, e assim, ser enxertado na oliveira, que é Cristo, e alimentar-se da seiva que dele vem.
Nos dias de hoje, é comum ouvirmos pessoas cumprimentando umas às outras dizendo: A paz do Senhor Jesus. No entanto, será que todos compreendem a grandeza e a profundidade dessa saudação?
 Vejamos o que Jesus ensinou: Na casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa. E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, a paz voltará para vós (Lucas 10.5-6).
Consideremos a diferença entre os filhos da luz e os filhos das trevas; o servo de Deus traz consigo a paz e a mesma repousa sobre aqueles que também são filhos de paz. Já sobre os filhos das trevas, esta paz não encontra repouso, mas volta para o seu lugar de origem.
Observemos que não são as circunstancia ao nosso redor que nos proporcionam a paz, mas é o estado de comunhão com Deus que nos permite desfrutar dela, e nada, além disso.
Paulo destacou: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.7).
Jesus também enfatizou: Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo (João 16.33).
Cristo tomou para si todas as nossas aflições, tribulações e angústias, senão não teria dito: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Ele levou sobre si as nossas dores, cravou na cruz o pecado do mundo, e nos deu da sua paz, suscitando em nós a esperança, pela promessa de vida eterna.
Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a PAZ estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados. (Isaias 53.5).
Observem todos para isto! Cristo é a razão da nossa esperança, e por isso há PAZ em nós! Quando conseguimos compreender isto, podemos dizer tal como o salmista: Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança (Salmos 4.8).
Não faltam promessas de paz nas escrituras, vejamos a sua Palavra:
Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de PAZ (Salmos 37.11).
Muita PAZ têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço (Salmos 119.165).
E o meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso (Isaías 32.18).
    Quanto aos ímpios dizem as escrituras: Não conhecem o caminho da PAZ, nem há justiça nos seus passos; fizeram para si veredas tortuosas; todo aquele que anda por elas não tem conhecimento da PAZ (Isaías 59.8).
Amados irmãos, se outrora éramos inimigos de Deus, avaliemos esta verdade: Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo, chegastes perto (Efésios 2.13).
E tendo conhecido e experimentado da paz verdadeira que vem de Deus, por intermédio de Jesus Cristo, vale aqui mais uma recomendação:
Segui a PAZ com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor (Hebreus 12.14).
Que o infinito amor de Deus, a Graça e a Paz de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, seja com todos os que amam a sua vinda.
Louvai ao Senhor!

PARA QUE A CRUZ DE CRISTO SE NÃO FAÇA VÃ.

O apóstolo Paulo em sua primeira carta aos Coríntios afirmou: “Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã”. I Coríntios 1: 17. 
Como é possível que alguém torne vã a cruz de Cristo?
Há uma frase pronunciada por João, o Batista, que esclarece muito bem, o princípio fundamental a ser seguido por todo aquele que é nascido do Espírito, em seu relacionamento com Deus: O principio da humildade. 
Assim disse João: “É necessário que ele cresça e que eu diminua”. João 3: 30.
É possível perceber nesta afirmação de João, que Deus e o homem possuem naturezas completamente distintas, pois enquanto um cresce o outro diminui; enquanto um é exaltado, o outro é quebrantado, e somente desta forma pode existir um equilíbrio perfeito no relacionamento do homem com Deus.
Mas não é isto que tem ocorrido na maioria das vezes, pois até mesmo muitos que ousam ensinar sobre Deus e sobre o seu filho Jesus Cristo, tomam primeiramente para si a gloria que a Deus pertence, anulando em seu coração, por completo, a obra realizada pelo filho do Altíssimo aqui na terra, tornando vão todo o sacrifício feito por ele.
Tornam vã a cruz de Cristo, aqueles que usam o seu maravilhoso nome em beneficio próprio;
Tornam vã a cruz de Cristo, os que usam de argumentos humanos para convencer pessoas a acreditarem em suas doutrinas;
Anulam a cruz de Cristo, os que julgam necessário, acrescentar às coisas espirituais a sabedoria terrena;
Invalidam o sacrifício de Jesus Cristo, os que acreditam serem capazes de agradar a Deus por meio de seus próprios esforços;
Revogam a doutrina da cruz de Cristo aqueles que tão depressa passam daquele que os chamou à graça de Cristo para outro evangelho; ler Gálatas 1:6.
Amada igreja de Jesus Cristo, há um fermento levedando toda a massa, mas não precisamos nos alimentar dele; 
“E Jesus disse-lhes: Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus”. Mateus 16:6.                                                                                                                DEUS SEJA LOUVADO;;

AS OBRAS DA CARNE E O FRUTO DO ESPIRITO ...

A Palavra aos Gálatas faz uma detalhada explanação sobre a existência de um fruto imprescindível na vida cristã daquele que é nascido de novo; fruto que nasce naturalmente no ramo do zambujeiro, mas pela graça do nosso Redentor é enxertado e feito participante da seiva da raiz da Oliveira, ao qual chamou de FRUTO DO ESPÍRITO. Mas o mesmo texto descreve  também minuciosamente sobre algo que se opõe de maneira ferrenha e obstinada, a esse fruto; e a isso, chamou Paulo deOBRAS DA CARNE. Vejamos:
Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne, porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis (Gálatas 5.16, 17).
Porque os que são segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; é inimizade contra Deus, mas a inclinação do Espírito é vida e paz.  Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus, e, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele  (Romanos 8.5-9).
Portanto amados, procuremos então seguir o raciocínio de Paulo, para então obtermos uma definição mais precisa do que é cada um desses dois oponentes citados na bíblia.
E não é difícil descobrir se estamos andando segundo o Espirito de Deus ou fazendo a vontade da carne, as nossas próprias obras já evidenciam isso, porque as obras da carne, nem de longe se parecem com as obras de quem tem em si mesmo o fruto do Espirito. 
Porque as obras da carne são inimigas do espírito, pois enquanto este anelava por agradar a Deus, seu corpo corruptível militava contra ele para satisfazer a vontade da carne, de tal forma que o servo de Deus, reconhecendo toda a fragilidade do seu corpo, lamentou:  Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?  (Romanos 7.24).
E a Palavra de Deus nos exorta a vigiar para que o pecado não venha habitar em nós, porque o pecado é próprio da carne, e a carne inclina-se para o pecado, mas o espírito anseia pelas obras do Espírito, então há um conflito constante entre a carne e o espírito. Vamos para a Palavra:   
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.  
Acho  então, que quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus, mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado (Romanos 7.18-25).
Porque as obras da carne são conhecidas, as quais são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro como já, outrora, vos preveni que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam (Gálatas 5.19).
Mas o Fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito (Gálatas 6.19-25).   
Vemos então que há uma série de obras consideradas carnais, coisas que notamos com frequência ao nosso redor, confirmando mais ainda que não somos do mundo, e que quem ama o mundo, o amor do Pai não está nele, como dizem as escrituras.
Mas em meio a todo este ensinamento o que realmente precisamos entender é que todas estas obras da carne, bem como as manifestações do fruto do Espírito, se dão naturalmente na vida de um ser humano sem que haja mesmo, muito esforço para isso; dependendo tão somente da árvore a que este está ligado e do nível de afinidade  que mantém com ela.
A questão principal é: Sou verdadeiramente um ramo do zambujeiro enxertado a Oliveira, sendo participante da raiz e da ceiva desta árvore para me alimentar? Ou ainda permaneço como zambujeiro, que nunca foi enxertado na oliveira, e por isso, não consigo manifestar o fruto do Espírito Santo?
Jesus disse:  Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? (Mateus 7.16).
Amados, se em nossa carne não habita bem algum, como então poderemos confiar nela? O melhor mesmo é morrer para o mundo, crucificando a nossa carne, esvaziando-nos de nós mesmos, a fim de ganharmos a Cristo, em quem, pela fé, sabemos que nossas vidas estão escondidas.  
O homem de Deus exemplifica esse compromisso que precisamos ter com o Senhor, dizendo:  Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim(Gálatas 2.20).  
E a Palavra exorta para que andamos na luz e não tropeçamos nas obras da carne as quais são trevas. Necessário é praticar e viver as obras do Espírito, ser participante do fruto do Espírito, porque fomos chamados à liberdade, e não podemos usar da liberdade para dar ocasião à carne, mas servir uns aos outros pela caridade.
Se vivermos para a carne certamente praticamos as obras que são próprias da carne, fazendo a vontade da carne, isto é viver na prática do pecado que habita na carne. Porque se já morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos; sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, morremos para o pecado; mas, vivemos para Deus.
E não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado, mas apresentai-vos a Deus, como instrumentos de justiça.
Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor (Romanos 6.23).  
                  NÃO HÁ CONDENAÇÃO PARA OS QUE ESTÃO EM CRISTO
Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Porque Jesus me livrou da lei do pecado e da morte
Porque  Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, e pelo pecado, condenou o pecado na carne, para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito (Romanos 8.1-3).
    A PALAVRA  NOS ACONSELHA IMITAR A CRISTO
Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; e quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com Ele em glória.  
Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.  
Andar em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Porque o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da Redenção.
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. 
Porque bem sabeis isto que nenhum  impuro,  tem herança no Reino de Cristo e de Deus. E  ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
Porquanto, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz, porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade aprovando o que é agradável ao Senhor.
E não erreis, Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção, mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna (Gálatas 6.7, 8).   
Louvai ao Senhor

O POVO DE DEUS

Que características poderiam descrever um povo, cujo Deus é o Criador dos céus e da terra? Qual o perfil ideal traçado para um rebanho, cujo pastor é o filho do Deus Altíssimo?
A lógica do raciocínio humano parece estar certíssima em procurar elevar às alturas, aqueles que dizem pertencer a esse tão poderoso Deus, tornando seus nomes engrandecidos em toda a terra.
Porém, como disse o Senhor: “... Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos”. Isaias 55: 8.
O povo que verdadeiramente conhece o Deus a quem serve, compreende, pela comunhão espiritual com esse Deus, e pela sabedoria do alto que lhe é concedida, que à medida que ele se exalta mais se distancia do seu Deus;
Esse mesmo povo reconhece que quanto mais independente se torna nesta terra, mais fragilizado fica em sua fé, e por isso, não consegue agradar ao Pai.
Um povo assim, em nada pode se equiparar aos homens deste mundo, e muito menos agradá-los, pois, para os que pertencem a este século, o estilo de vida do povo de Deus, lhes parece loucura;
Seu modo de pensar e agir, não atrai o que há de mais valioso para este mundo, como os prazeres da carne e as riquezas materiais que aqui existem; seus valores são completamente contrários aos abraçados pela sociedade atual.
Como conceber um povo que prefere sofrer a injustiça a ter que levar a juízo o seu irmão? Como aceitar que alguém ofereça a face direita àquele que já lhe feriu a esquerda?
Que povo é esse que dá de comer aos seus inimigos quando estes estão carentes de pão e água? Que empresta sem nada esperar em troca; e que responde brandamente àquele que lhe fala com dureza?
Povo que bendiz aos que lhe maldizem; que ama os seus inimigos e ora pelos que lhe perseguem? Povo que ao invés da porta larga prefere a estreita e anela andar pelo caminho apertado?
É esse mesmo o povo do Deus altíssimo, Criador de todas as coisas? São estes os filhos do Grande Rei e Senhor dos Senhores, Jesus Cristo?
Para que alguém compreenda melhor esse povo, é necessário que experimente daquilo que ele tem experimentado; que coma do pão vivo que desceu do céu, o qual dá vida eterna aos homens;
Para alguém entender o caminhar desse povo, é preciso que beba da água da vida, a qual verdadeiramente sacia a sede, porque nele, fará uma fonte de água que salta para a vida eterna;
O Deus a quem esse povo pertence, não é como “o deus deste século, que cega o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus”. II Coríntios 4:4.
O Deus desse povo não é como Satanás, a quem Jesus repreendeu dizendo: “Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens”. Mateus 16: 23.
Quem dera que todos os homens desta terra, quisessem fazer parte deste bem aventurado povo:
Que agora chora, mas será consolado; MT 5:4.
Que tem fome e sede de justiça, mas que será farto; MT 5:6.
Que é misericordioso, mas alcançará misericórdia; MT 5:7.
Que é limpo de coração, e por isso verá a Deus; MT 5:8.
Que hoje é chamado de pacificador, mas serão chamados de filhos de Deus; MT 5:9.
E aos meus irmãos, que já pela aspersão do sangue de Cristo, estão contados com esse povo, do qual temos falado, cabe aqui ainda dizer: Não importa a velocidade dos ventos, e nem a força da chuva, pois o teu Deus ainda hoje te diz:
“Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra”. Salmos 46: 10.
Louvado seja o nosso bom Deus para todo sempre!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

AS COLETAS DESIGNADAS POR PAULO ERAM DINHEIRO PARA AS IGREJAS ?

Mas o que é coleta? Porventura estaria o legado dos homens santos de Deus  permitindo aos líderes das instituições religiosas arrecadarem dinheiro dos irmãos para obra ministerial?
Primeiramente, coleta não é dinheiro, o que se fazem hoje nas “igrejas” chama-se Ofertas  Alçadas.
COLETA: 1. Ação ou resultado de coletar, colher; colheita.
               2. Pedido ou recolhimento de donativos para obras comuns, ou ações beneficentes, caridade...
               3. Coleta de alimentos, roupas, calçados, agasalhos, para os flagelados.

Amados, desde os primeiros dias da igreja primitiva de Cristo havia uma grande preocupação por parte dos Apóstolos em socorrer os santos irmãos dentre o mais pobres da igreja. Vejamos:
Atos 11.27-29: Naqueles dias, desceram profetas de Jerusalém para Antioquia, e, levantando-se um deles, por nome Ágabo, dava a entender, pelo Espírito, que haveria uma grande fome em todo o mundo, e isso aconteceu no tempo de Cláudio César.  E os discípulos determinaram mandar, cada um conforme o que pudesse socorro aos irmãos que habitavam na Judéia.
Romanos 15.26:  Porque pareceu bem à Macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estavam em Jerusalém.
I Coríntios 16.1, 2:  Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando eu chegar.
Irmãos, todas as referências bíblicas que apreciamos sobre o tópico, não há  lacuna na Palavra para que a pudéssemos interpretar como se fosse dinheiro para igreja. Mas todas as citações bíblicas são apontadas para o amor ao próximo em forma de caridade, porque assim foram instruídos em toda Palavra os santos homens de Deus que escreveram o Novo Testamento pela divina inspiração do Espírito Santo do Senhor.
Mas vamos aprofundar mais para melhores esclarecimentos:
II Coríntios 9.6-9: E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará.
Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra,
Conforme está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre.
Esta é uma das referências bíblicas mais usadas alguns pregadores por ocasião do pedido de dízimos e ofertas nas igrejas. Porventura teria ordenado o Senhor a semear dinheiro nas igrejas, sendo ele a raiz de todos os males? (I Timóteo 6.10). Visivelmente esta Palavra não  tem nenhum vínculo com dinheiro, e sim a prática da caridade, ou seja, amor ao próximo em forma de caridade, a qual é prioridade nos ensinamentos do Mestre.
Ocorre que muitos pregadores leem apenas os versículos 6 e 7, contudo, à luz do Evangelho, excluem da pregação o versículo chave do texto (9), onde diz: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre.
Isso significa que as coletas designadas por Paulo, não eram ofertas em dinheiro para igreja, mas obras de caridade aos santos irmãos necessitados, porque a caridade é o ato de fé que mais agrada o coração de Deus. Note:
Hebreus 11.6, diz que, sem fé é impossível agradar a Deus, então avalie a profundidade da Palavra de I Coríntios 13.13: Agora, pois, permanece a  Fé, a esperança e a caridade, destas três, a maior é a  caridade.
Sem  sombra de dúvida a grandeza do amor ao próximo como caridade é maior que a fé, porque é pelo dom da fé em Deus, que guardamos os seus mandamentos e buscamos a santificação para fazer a sua vontade. E a palavra afirma que assim como o corpo sem espírito está morto, também a fé, sem obra é morta em si mesma (Tiago 2.26). E lamentavelmente, esse dom maravilhoso está sendo negado na maioria das igrejas, em detrimento a salvação (Leia Mateus 25.31-46).
II Coríntios 8.4-, 5: Pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor e depois a nós, pela vontade de Deus.
Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem e não segundo o que não tem.
Mas não digo isso para que os outros tenham alívio, e vós, opressão; mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja igualdade,
Como está escrito: O que muito colheu não teve de mais; e o que pouco colheu, não teve de menos.
Paulo exorta a igreja sobre o amor ao próximo como caridade e ação de graça aos santos irmãos, e faz um alerta interessante dizendo: Se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem e não segundo o que não tem (versículo 12).
Irmãos, enfatizamos este alerta porque temos sabido que alguns pegadores dizem que Deus não quer dinheiro de sobra, tem que tirar do sacrifício para dar tudo a igreja, alguns mandam até deixar de honrar compromissos para ofertar, outros mandam vender tudo e dar na instituição religiosa para receber prosperidades, mas segundo a Palavra isso não é verdade.
Também somos encorajados a não sermos vagarosos  no amor fraternal, para que os outros tenham alívio, e vós, opressão; e que haja igualdade entre vós, e vossa abundância supra a falta dos outros, de forma que,  o que muito colheu não tenha de mais; e o que pouco, não tenha de menos.
Esta referência é uma alusão a obra realizada pelos irmãos no início da igreja primitiva (Atos 4.32-35), onde relata que, os primeiros servos da igreja primitiva era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.
Amados, onde estão esses irmãos hoje, que não os conhecemos em parte alguma da terra? Antigamente, os que criam no Evangelho da Graça, ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comum, mas a teologia da prosperidade ensinou aos servos a doutrina de mamon.
E  tragicamente, hoje, a maioria dos irmãos que se identificam como servos do Senhor querem mais e mais.
PARA SUA REFLEXÃO:
Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna.
E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido (Gálatas 6.7-9).
            Deus seja louvado!

DO LEITE PARA O ALIMENTO SÒLIDO :

Assim como acontece com o nosso corpo físico que, desde o nascimento, recebe alimentos diferenciados para que vá crescendo até alcançar a devida maturidade, assim também, o corpo de Cristo que é a igreja, precisa se alimentar adequadamente, a fim de ser edificado NELE, até que alcance a estatura completa de Cristo, segundo as escrituras.
Entretanto, sabemos que o alimento oferecido através do ensino distorcido da palavra, tem causado um terrível mal àqueles que, no início de sua busca pela verdade, foram impedidos de crescer na graça e no conhecimento de Deus e do seu filho Jesus Cristo.
Uma espécie de nanismo espiritual foi se instalando gradativamente, ao ponto de que os que estavam no leite, mesmo após longo tempo decorrido, nunca chegaram a conhecer o alimento sólido.
“Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento”. Hebreus 5:12.
Enquanto o tempo do fim se aproxima, e a volta do Rei dos reis se torna iminente, perde-se muito tempo ensinando sobre os rudimentos da sã doutrina àqueles que pelo tempo, já deveriam ser mestres;
E julgando não serem suficientes, os princípios estabelecidos na palavra, acrescentam-se diariamente novos preceitos e normas, atribuindo a eles valor inestimável, e de extrema necessidade para se alcançar o favor do Senhor.
São regras sobre regras, mandamentos sobre mandamentos, estratégias e mais estratégias, tudo tendo origem na mente humana, mas, que de uma hora para outra, por meio da técnica da repetição, transformam-se em leis irrevogáveis, como se o próprio Deus as tivesse estabelecido.
Algumas oprimem, outras não acrescentam em nada, e ainda outras, até possuem aparência de piedade, porém desviam do alvo, aqueles que estão à procura da porta estreita mencionada por Cristo Jesus.
Mas em fim, não poderia ser diferente, fomos todos alertados pelo Senhor e pelos seus apóstolos, de que as coisas aconteceriam exatamente desta forma, afinal, o mundo em que nós estamos já tem um príncipe a que está sujeito, o qual se opõe a tudo o que se chama pelo nome do Altíssimo.,
Nele impera as trevas e não a luz; a morte é seu maior tesouro e não a vida; anda ao derredor, rugindo como leão, buscando a quem possa tragar. Sua função consiste somente em: roubar; matar e destruir.
Todavia, é notório que o Senhor tem feito muito bem ao seu pequenino rebanho, o remanescente que ficou segundo a eleição da graça; o qual é formado por aqueles que guardam os mandamentos de Deus, e tem o testemunho de Jesus Cristo. Ler Apocalipse 12: 17.
Segundo as escrituras, por muitas vezes e de várias maneiras, Deus revelou ao homem o seu propósito, mas nestes últimos dias, tem nos dado a conhecer dos seus mistérios através de seu filho Jesus Cristo, nosso Senhor, logo a nós, que não passamos de zambujeiros enxertados na boa oliveira.
Por isso, cada um de seus escolhidos, precisa estar consciente de que o leite já não é suficiente para promover o seu crescimento espiritual dentro do corpo de Cristo; faz-se necessário o alimento sólido, pois os dias são maus, e o poder da iniqüidade já se tem multiplicado.   
Já não há tempo para perdermos, discutindo coisas vãs; praticando contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes. Ii Timóteo 2: 14;
Já não há tempo para nos estribar em nosso próprio entendimento, tentando estudar a mente de Deus nos bancos de uma escola, com a finalidade de compreendê-lo a partir de um embasamento científico;
Também não há mais tempo para sairmos de templo em templo, de instituição em instituição, em busca de descobrir qual a igreja certa para servirmos a Deus, se segundo as escrituras, o corpo de Cristo é espiritual, e o Templo do Espírito Santo não é feito por mãos humanas;
Estejamos todos cientes de que, segundo as escrituras, o tempo se abrevia, “e os que choram, devem viver como se não chorassem; e os que folgam, como se não folgassem; e os que compram, como se não possuíssem; e os que usam deste mundo, como se dele não abusassem, porque a aparência deste mundo passa. I coríntios” 7: 30-31.
Se para alguém foi apresentado um leite falsificado, o qual lhe tem impedido de suportar o alimento sólido, tão necessário à edificação do corpo de Cristo, que seja trazida à sua memória o que dizem as escrituras: “...Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação)”. II Coríntios 6: 2.
 “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo”. I Pedro 2:2.
Louvado seja o nome do Senhor para sempre!

domingo, 22 de setembro de 2013

SE A SALVAÇÃO É PELA GRAÇA, PARA QUE SERVE A LÉI?

“Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita, e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados. Mas, depois que a fé veio, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3.19-26).

“A palavra traduzida “lei” (gr. nomos, hb. torah) significa “ensino” ou “instrução”. O termo lei pode referir-se aos Dez Mandamentos, ao Pentateuco ou a qualquer mandamento no Antigo Testamento. O uso por Paulo da palavra “lei” pode incluir o sistema sacrificial do concerto mosaico. A respeito dessa lei, Paulo declara várias coisas:
  • (1) Ela foi dada por Deus “por causa das transgressões”, i.e., a fim de demonstrar que o pecado é a violação da vontade de Deus, e despertar os homens a verem sua necessidade de misericórdia, graça e salvação de Deus em Cristo.
  • (2) Embora o mandamento fosse santo, bom e justo (Rm 7.12), era inadequado, porque não conseguia transmitir vida espiritual nem força moral (Gl 3.21; Rm 8.3; Gb 7.18-19).
  • (3) A lei funcionou como “aio” ou tutor do povo de Deus até que viesse a salvação pela fé em Cristo (vv 22-26). Nessa função, a lei revelou a vontade de Deus para o comportamento do seu povo (Ex 19.4-6; 20.1-17; 21.1 – 24.8), proveu sacrifícios de sangue para cobrir os pecados do seu povo (ver Lv 1.5; 16.33) e apontou para a morte expiatória de Cristo (Hb 9.14; 10.12-14).
  • (4) A lei foi dada para nos conduzir a Cristo a fim de sermos justificados pela fé (v.24). Mas agora que Cristo já veio, finda está a função da lei como supervisora (v.25). Por isso, já não se deve buscar a salvação através das provisões do antigo concerto, nem pela obediência às suas leis e ao seu sistema de sacrifícios. A salvação, agora, tem lugar de conformidade com as provisões no novo concerto, a saber, a morte expiatória de Cristo, a sua ressurreição gloriosa e o privilégio subseqüente de pertencer a Cristo (vv.27-29)”.
    (Comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal)

O apóstolo dos gentios continua:

“Quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo. Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus. Mas agora que conheceis a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estais voltando, outra vez, aos rudimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, quereis ainda escravizar-vos? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos” (Gl 4.3-10).

“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16-17).

Apesar de verdades tão cristalinas, há quem deseja continuar na escravidão da lei, da qual Cristo veio nos libertar (Jo 8.32, 36; Rm 8.1). Se a nossa justificação dependesse das obras da lei, ou seja, de cumprirmos suas exigências, não haveria necessidade da morte expiatória de Jesus.